Porta temperos

Finalmente resolvi o problema dos saquinhos de tempero presos por pregadores de roupa!

Os porta temperos que eu encontrava por aí tinham os seguintes defeitos: poucos potinhos, material plástico, muito grandes, preço exorbitante, exigência de muito espaço do armário ou da bancada.

A solução foram esses potinhos de vidro de 40 ml, que comportam perfeitamente o conteúdo dos saquinhos de tempero e ocupam pouco espaço dentro dessa bandejinha de madeira. Encontrei por menos de R$ 1,70 cada em uma lojinha de produtos para perfumistas na Saara, mas também podem ser encontrados em lojas de material para artesanato, já que meu primeiro contato com esses potinhos foi quando ganhei um cheio de brigadeiro de colher como lembrancinha de batizado da minha sobrinha.

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PAP: Molde de caixas cubo e forragem de tecido

Muita gente tem me pedido o molde das caixas de papel paraná. Eu não tenho feito caixas forradas de tecido, porque estou mais entretida com o trabalho artístico das caixas de MDF e da latonagem, mas resolvi dar de presente pra vocês o esqueminha de duas caixas cubo e uma ideia de forração de lambuja!

Esse primeiro molde é facílimo e não tem mistério nenhum: O material é papel paraná, cola branca extra e fita crepe, e o esquema é o seguinte:

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Depois de cortar as partes do molde, é necessário passar o estilete de leve nas junções entre uma face e outra pra facilitar a dobra. Não é um arranhadinho, nem é pra contar o pedaço fora, treine um pouco que você pega o jeito (e vê se não corta o dedo). Uma dobra perfeita influencia demais no resultado, pois do contrário fica torto e não encaixa direito.

 

Pode pôr fita dentro também

As laterais da caixa e as abas da tampa são juntadas com fita crepe. Fica tranks que na forragem tudo vai ficar mais forte.

Existem várias formas de forrar uma caixa e essa é só uma ideia: o material é papel cartão, tecidinhos e cola.

Corte um quadrado de papel cartão para cada face, lembrando que o das faces de dentro serão um tiquinho menores.

Pincele os cartões “esticando” bem a cola, fixe a parte branca no tecido, vire e alise com os dedos. Se ficar cola demais, ultrapassa o tecido e fica manchado e feio, se tiver pedaços sem cola, fica uma bolha. Daí é colar cada quadrado na face correspodente e as sobrinhas (quando for o caso) na face adjacente.  

A montagem tá no esqueminha, mas a idéia básica é que o lance é um quebra-cabeça: Se de um lado tem sobra, o adjacente tem dobra. Assim o acabamento fica perfeito, sem risco de ficar algum pedaço sem paninho.

Mesma idéia pra parte interna

 

Pra tampa, pro molde seguinte e pra qualquer outra caixa que vocês fizerem é a mesma coisa, fica aí o dever de casa pra vocês pensarem, ok? Esse esquema é bem básico, outra hora eu passo o molde da sextavada, mas o princípio é igualzinho…

PS: Cuidado com o estilete! Quando eu estava começando, fiz um corte feio no dedo no meio e foi uma cena de terror com direito a sangue nas paredes recém pintadas no outro apartamento.

Deixa o “project” onde está

Bem, é isso aí. A falta de móveis fez minha casa ficar uma zona, então estou em mais um projeto “cada coisa em seu lugar”… E eu que tava me achando a rainha da organização e querendo mudar o nome do blog antes de vir pra cá! (Hahaha, que piada)

Mas uma coisa eu fiz bem, digo de novo: aceite ajuda, e se você tiver um marido que tem como lema “por que fazer hoje o que dá pra fazer nas férias do ano que vem”, lance mão de uma pessoa “pau pra toda obra hoje mesmo”.

Felizmente, vocês já sabem eu tenho uma dessas na manga: entreguei as chaves do meu ap pra Mamy e fui para o trabalho na confiança, e quando voltei: Tcharans! Prateleiras estrategicamente instaladas e meu espelho finalmente centralizado!(antes de comprá-lo eu era equilibrista de espelhinho em cima da torneira)

Pode não ser a ideia definitiva, mas pelo menos deu pra respirar, principalmente por que tenho um hobby novo, que eu prometo mostrar bonitinho no próximo post.

Por enquanto vou só dar um teaser pra vocês nessa foto das prateleiras!

PS: Sebastiana quebra o galho, mas é Mamy que dá jeito!

PS2: Nem a pau que essa parede vai ficar lilás até as férias do ano que vem!

Mudanças

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Começou uma nova etapa na minha missão de organização:

Vou me mudar!

Essa é a chance de ouro pra recomeçar do zero a ter tudo em seu lugar, e me livrar da tralha.

Como eu ainda estou desanimada para começar a encaixotar as coisas, já que o processo todo vai levar um tempinho e não quero ficar sem minhas coisas à mão, comecei a descartar o que não tem serventia.

  • Coisas que quebraram, foram substituídas, mas continuaram na casa, como mouses, fones de ouvido, fios e etc.
  • Manuais e certificados de garantia de coisas que eu já joguei fora ou dei
  • Certificados de garantia há muito expirados
  • É interessante manter alguns manuais de instruções de alguns aparelhos, mas eu sei muito bem como usar um secador de cabelos, né?
  • Já falei e vou repetir: normalmente brinde é tranqueira
  • Coisas repetidas: notei que eu tinha 3 baralhos, fiquei com o de maior qualidade e doei o resto.
  • Listas telefônicas antigas

Uma coisa engraçada foi revisar os armários lá em cima, onde se guardam coisas que não usamos no dia a dia, especialmente aquelas coisas “que podemos precisar algum dia” ou de valor sentimental, para lembrar de alguma época. Sabe o que encontrei? Um monte de coisa inútil: se não usei desde que me mudei, não vai ser agora que vou usar.

Mas uma parte divertida desse tipo de arrumação “uma vez na vida…” é encontrar coisas bem legais, que estavam esquecidas ou até perdidas, como cds de back up com coisas que eu achava que tinha perdido quando meu PC “deu pau”, como fotos de família e de eventos que passaram, resumos dos primeiros semestres de faculdade, etc.

Bom… Só porque eu não comecei a encaixotar, não quer dizer que eu não esteja montando e forrando caixas! Aqui vão as fotos das maiores caixas que já fiz, já me preparando pra organização!

Caixas “cubo”

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Depois das caixas hexagonais, agora meu xodó são as “caixas cubo”.

Elas são um pouco mais fáceis de fazer e são charmosas com essas tampas almofadadas…

Me lembram aquelas caixas de presente tradicionais, tipo aquelas que o smurf Joca distribuía, e quando alguém abria… Kabooom!

Mas as minhas não são explosivas, tá?!

Caixa de costura

  Essa foi feita especialmente para coisinhas de costura. Tanto a tampa quanto o fundo interior da caixa são acolchoados, então dá pra espetar a agulha pra não perder ou alguns alfinetes enquanto faço uma bainha, por exemplo.

Mais uma caixinha…

Essa daqui é o meu xodó…

 

..talvez seja por isso que eu ainda não decidi o que guardar nela!

Caixa porta-revistas

 

Pois é, estou na “missão cada coisa em seu lugar” e exercitando o hobby… 

 

Acabamento é fundamental. Forrei por dentro também.

 

Essa daqui eu fiz para ter um lugar específico para revistas e apostilas

 

 

 

Caixas forradas de tecido

Há tempos que procuro caixas para organizar minhas coisinhas, mas as caixas mais bonitas custam tão caro! Desde então tenho procurado formas de fazer minhas próprias caixas e organizadores (até postei aqui as caixas forradas de papel seda metalizado). Foi então que encontrei sites de passo a passo e até vídeos no youtube ensinando a fazer caixas forradas de tecido, e se tornou meu novo hobbie.

Gente, se forem feitas com esmero (acabamento é fundamental), elas ficam maravilhosas, e tem um monte de variações que podem, além de organizar nossas coisas, servir de decoração para o ambiente.

Não vou ensinar aqui como da outra vez, não por que seja difícil, mas porque isso exigiria um passo a passo com muitas fotos e minúcias, e essa não é a proposta do blog. Repito que a gente acha o passo a passo nos sites, blogs específicos de artesanato e youtube, mas pra quem quer começar, dou uma dica que eu aprendi e não achei por aí:

Nas lojas de tecido, achamos panos 100% algodão (o mais recomendado) próprios para pachwork, que além de nos poupar de grandes cortes de tecidos diferentes, facilitam muito na hora da composição, porque já possuem faixas de estampas diferentes em cores semelhantes, então não precisa quebrar a cabeça tentando combinar estampas. Eu só compro tecido de estampa única para as tampas, quando escolho um tom mais escuro, mas na cor base do “tecido pachwork” (na foto, vinho combinando com o rosa, que é a cor base das demais estampas).

Fichários e organização do estudo

 Neste semestre decidi utilizar um fichário ao invés dos cadernos.

Os fichários são mais leves porque só contêm o que já escrevi e algumas folhas extras (posso até levar só o bloco pra faculdade). Além disso, acabaram os problemas das muitas folhas em branco desperdiçadas no final do período, mesmo jogando fora as usadas e doando o resto: cadernos fininhos com arames enormes.

Outro motivo, dessa vez mais fútil, é poder utilizar aquelas folhas decoradas, e quando enjoar, comprar de outra estampa (ora, porque não tornar minhas aulas mais felizes?).

As páginas decoradas até vai, mas preferi comprar um modelo simples e liso de fichário, e não aqueles modelos trambolhudos super decorados que fecham com ziper feito uma bolsa, porque quando chega o final do semestre, substituo as folhas escritas à mão pelos meus resumos digitados, organizo tudo por matéria com as guias coloridas, e depois guardo na estante (quanto mais simples o fichário, melhor para a organização da estante).

Isso é tudo o que importa de cada período, e tenho acesso fácil ao que aprendi quando preciso estudar essas matérias de novo.

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