Good vibes pra casinha!

Aqui está a Cher, charmozérima na minha sala. Ela nem se incomoda de estar forever alone no rack!

Mamy e a Mototo vieram aqui cheias de amor e disposição pra completar a missão: com direito a radiestesia, orações, incensos, símbolos, sal grosso e amônia, ou seja, barba, cabelo e bigode em matéria de limpeza energética.

 

Suculenta com recheios de sanduba suculentos

Nesse mesmo dia, ganhei duas plantinhas: da Mamy, uma árvore da felicidade, que eu chamo de Feliccia, e da Mototo, um vidrinho com bambus, que acabaram ficando com o nome de Cher, por que eu disse que ela seria a estrela da sala. A minha irmã sugeriu, e o nome acabou pegando.

Não resisti e comprei uma suculenta por quem me apaixonei e terá esse nome suculento mesmo, que é um adjetivo nham-nham fora do meu vocabulário usual. A suculenta é a primeira planta que comprei desde que me casei, credita?

Eu, me aproveitando da Fellicia pra mostrar meus dotes culinários nesse sanduba-vintage-tricolor-vegetariano? Nunca!

 

O legal das 3 é que elas gostam de meia luz, por que a minha casa é meia sombra. E o luxo da Cher e da Suculenta, é que elas são mocinhas bem independentes que só requerem cuidados de vez em quando.

 

 

 

 

PS: Contei que o manjericão morreu poucos dias depois de ter chegado aqui? Bom, se não tivesse morrido antes, murcharia de ciúmes por nunca ter tido nome.

Anúncios

Contagem Regressiva…

 

 Nossa, faz um tempão que eu não posto, mas esse foi mais um sintoma da estagnação que eu passo quando tenho um grande evento pela frente e não consigo me mover no meio do caminho, como se tudo ficasse suspenso…

Mas isso ficou pra trás: É isso aí, estou com data marcada pra mudança!

Estava aqui pensando com os meus botões que todo esse esforço que estou fazendo para começar uma casa nova do zero, com tudo organizado, merece que eu batize a ela e a este blog simplesmente de “Harmonicasa”, deixando o “project” pra lá! Farei isso assim que eu estiver realocada!

Apesar de eu ainda ter vários aspectos das minhas coisas e da minha vida que eu quero organizar para aproveitá-las melhor, recebi dois elogios esses dias sobre a minha organização, enquanto eu mesma dizia estar em processo de ser organizada.

Isso me fez pensar que existe uma tendência ao perfeccionismo, a achar as coisas sempre poderiam estar melhor. Mas a verdade, é que tal qual o conceito de felicidade, a satisfação não é algo definido e acabado. Nossos desejos se multiplicam e nos levam pra frente, o que não deve gerar um sentimento de incompletude e sim a expectativa por mais e mais felicidade, pois somos seres naturalmente criativos.

Caixas “cubo”

Este slideshow necessita de JavaScript.

Depois das caixas hexagonais, agora meu xodó são as “caixas cubo”.

Elas são um pouco mais fáceis de fazer e são charmosas com essas tampas almofadadas…

Me lembram aquelas caixas de presente tradicionais, tipo aquelas que o smurf Joca distribuía, e quando alguém abria… Kabooom!

Mas as minhas não são explosivas, tá?!

Caixinhas hexagonais

Este slideshow necessita de JavaScript.

Meu maior prazer é fazer as caixinhas para presentear!

Se o custo financeiro é baixo, o tempo, o trabalho e o amor empregados é altíssimo nível, por isso não aceito encomendas.

Nova Categoria

Viu, vó? Salvei a caixinha!

Fazer essas caixas tem sido uma verdadeira terapia para mim, além de seguir o propósito de organizar minhas coisas deixando cada coisa em seu lugar. Desde que postei as caixas, tenho tido muitas visualizações no meu blog, e os amigos e parentes se interessaram pelo assunto.

Então, mudei de ideia e resolvi ensinar aqui. Não tenho a menor intenção de fazer mistério sobre o feitio das caixinhas, já que não tenho interesse em vendê-las nem nada assim. E não é totalmente fora do propósito do blog, já que faz parte da organização e decoração da casa.

Dessa forma, estou criando mais uma categoria no Harmonicasa: artesanato & decoração.

 

Quando eu comecei, peguei os princípios básicos de um vídeo no youtube. A moça ensinava a forrar uma caixa pronta colando o pano diretamente sobre ela, e utilizando o papel cartão apenas em pontos difíceis para dar o acabamento. Era preciso muito mais cuidado, paciência e habilidade.

Inclusive, eu tentei forrar uma caixa pronta com a minha vó no fds passado e não deu certo, encontrei um monte de dificuldades que precisariam ser pensadas e solucionadas. Solucionei e  criei um método de forrar caixas prontas, mas ainda prefiro criá-las.

Usando a técnica que descrevi antes como ponto de partida, desenvolvi a minha própria. Minha grande diversão é montar minhas próprias caixas, combinar as estampas, bolar os pormenores decorativos e principalmente, descobrir maneiras de simplificar o processo e deixar as caixinhas com um acabamento perfeito.

Existem várias maneiras de fazer isso. Aqui eu vou ensinar as que deram mais certo pra mim, as que eu consegui solucionar e sistematizar. Então aguardem que eu estou montando meu passo a passo pra postar aqui, ok?

Caixa de costura

  Essa foi feita especialmente para coisinhas de costura. Tanto a tampa quanto o fundo interior da caixa são acolchoados, então dá pra espetar a agulha pra não perder ou alguns alfinetes enquanto faço uma bainha, por exemplo.

Mais uma caixinha…

Essa daqui é o meu xodó…

 

..talvez seja por isso que eu ainda não decidi o que guardar nela!

Caixa porta-revistas

 

Pois é, estou na “missão cada coisa em seu lugar” e exercitando o hobby… 

 

Acabamento é fundamental. Forrei por dentro também.

 

Essa daqui eu fiz para ter um lugar específico para revistas e apostilas

 

 

 

Reforma zen

 

A parede que deu início à bola de neve

Quando iniciei essa reforma na minha casa, não tinha ideia da dimensão que isso iria tomar.

Na verdade, quando comecei, a ideia era mais mudar a decoração que fazer uma reforma que acabou se tornando uma mini-obra. O conserto do rachadinho na parede da janela e sua pintura era só um brinde.

Mas eu e meu marido encontramos nesse “rachadinho” infiltrações e rachaduras profundas. À medida em que quebrávamos as partes ocas, encontrávamos verdadeiros problemas estruturais que não podiam ser deixados de lado. “Perdemos” dias passando argamassa, lixando, passando massa corrida, lixando… Até a pintura final.

Pintada a parede, percebemos que as demais paredes da sala estavam muito amareladas, a pintura era muito antiga e o contraste com a nova era muito gritante. Não dava pra pintar só aquela. Pintadas as paredes, tinha que pintar as sancas, pintadas as sancas, tinha que pintar o teto… Uma verdadeira bola de neve!

Bem, fazia parte do plano pintar as portas da sala. Mas na primeira tentativa, descobri que o que era pra ser creme, era na verdade um amarelo claro horroroso. Perdi uma lata de tinta e fui comprar outra, dessa vez, cor de areia. Perfeito! Só que eu levei 5 horas e meia pintando as duas portas, que têm muitos detalhes.

Meu marido se animou e quebrou a parte debaixo da parede infiltrada do quarto. Ai-meu-deus-do-céu, a sala nem tá pronta!

Resumo: minhas férias estão terminando e tivemos que nos contentar com o básico da casa, como se estivéssemos apenas preparando uma tela em branco para uma pintura artística. E a bola de neve nem terminou, ainda tem muita coisa do básico que quero mudar.

Ou seja, nada foi feito de decoração propriamente dita. A única parede que eu ia pintar (de vinho), continua salmão do jeito que sempre foi, e vai continuar assim, pelo menos por enquanto.

O que eu tirei de zen em tudo isso? Bom, olhando para as coisas que já estão feitas, sinto um prazer enorme em ver as coisas mais bonitas que quando alugamos o apartamento, tudo feito com amor por nós mesmos. Eu poderia estar usando esse tempo de trabalho duro na internet ou vendo TV, mas isso é muito mais produtivo, e o resultado desse tempo fica à nossa vista, dando mais prazer em viver aqui. É quase uma terapia.

Então, o que pretendo é continuar a fazer a minha “harmonicasa” mesmo depois de voltar a trabalhar e estudar, tirando um tempinho nos fds, e é claro, organizando tudo e postando nesse meu bloquinho!

Mais relatos em breve!

Louça Zen (parte 2)

Transforme a limpeza da louça em um momento livre de problemas: Já percebeu que quando a gente deixa a mente vagar ela tende a ir para o passado ou para o futuro, normalmente focando em problemas? O grande motivo de tarefas como lavar louça serem chatas, é que a gente não presta a devida atenção ao que faz, porque a mente está em outro lugar.

Pelo menos nesse momento, concentre-se apenas no agora, e você pode descobrir que as coisas do dia a dia podem ser mais prazerosas do que você imagina, e os resultados práticos, muito mais efetivos.

Agora, voltando à louça em si, nesse momento zen (rs), eu gosto de lavar por partes separando a louça ensaboada em cima da pia: os copos, os pratos, os talheres, os potinhos…

Depois, o fundamental é ter um bom escorredor de louça, de um tamanho bom o bastante para caber tudo do dia a dia, deixando tudo organizado para secar direito e facilitar na hora de guardar.

Uma coisa que facilitou muito meu trabalho foi o escorredor de talheres: ele tem 3 divisões que uso para separar facas, garfos e colheres, facilitando na hora de guardar. Além disso, o fato de escorrerem em pé os faz secar muito mais rápido, e liberam o espaço original deles no escorredor propriamente dito para xícaras de café e outras miudezas

Não se esqueça de tirar aquele lixinho nojento do ralo, limpar a cuba e a bancada.